PARÁBOLA – AS DEZ VIRGENS

A Parábola das Dez Virgens – Mateus 25:1-13

As parábolas são temas recorrentes em toda a Bíblia. São comuns tanto no Antigo Testamento (de Jotão, Jz 9:7; de Natã 2Sm12:1; da mulher de Tecoa 2Sm14:5; de um profeta, 1Rs 14:9; 2Cr 25:18; de Joás, 2Rs 14:9; Jr 13:1; Ez 17:3; 19:2,3; 24:3),como também no Novo testamento (A figueira estéril Lc 13:6; a rede Mt 13; o amigo importuno Lc:11; o bom samaritano Lc:10 etc).

 O que é uma parábola?

“Uma parábola é uma espécie de comparação ou imagem, tirada da realidade da vida, para esclarecer uma outra realidade, relacionada com o reino de Deus” (Carlos Mesters, Curso de Bíblia Deus, onde estás?, pág. 154). É um gênero literário de uso muito comum no judaísmo pelos rabinos para a melhor explanação da doutrina; é um método que Jesus utilizava com frequência como uma forma de ensinar sobre o Reino de Deus para as pessoas que queriam aprender sobre o mundo espiritual.

Jesus fazia uso desse recurso não somente para ensinar, mas também para criticar os costumes farisaicos, dos saduceus e de todos aqueles que possuíam (e possuem) um coração de dura cerviz, incluindo a igreja de hoje, ou seja, eu e você.

Seja para criticar ou ensinar, Jesus fazia o uso desse recurso com maestria como somente ele sabia. Em uma dessas ocasiões, estava discursando sobre o que iria acontecer nos últimos dias antes de sua vinda, e para melhor ilustrá-la, narrou a tão conhecida parábola das “Dez Virgens.”

No livro de Mateus 24:1, Jesus explana, no sermão profético, o princípio das dores que o mundo irá atravessar, quais serão os sinais que devemos obervar que antecederá a sua volta; nos exorta à vigilância e conclui a sua fala com outra parábola chamada “A Parábola dos Dois Servos.” Mateus 25 inicia-se com as “As Dez Virgens”, onde é dado o destaque mais uma vez para a vigilância iniciada no final do capítulo anterior.

Antes de dar continuidade ao texto, é importante que entendamos como era realizado os casamentos na época de Jesus. Para entender toda e qualquer parábola, é indispensável que conheçamos pelo menos um pouco dos costumes da época em que a alegoria é relatada.

Casamentos nos tempos de Jesus

É importante esclarecer que entre os judeus, nos tempos de Jesus, não existia o namoro ou a “corte” como atualmente há entre os cristãos, ou seja, não existia intimidade. Quando um judeu encontrava a mulher que queria, se aproximava dela com a família de ambos, com posse de um contrato matrimonial com os termos pelos quais estava propondo o casamento. Um dos aspectos importantes que deveria estar no contrato, era o preço que o proponente estava disposto a pagar para desposar a noiva escolhida, e não era um pequeno valor, pois deveria expressar o grande custo que a amada traria; deveria pagar caro pela noiva.

Resolvido os aspectos do contrato, o noivo deveria voltar para a casa do pai e preparar a câmara nupcial (era um aposento separado da casa do pai) que pode ser comparado atualmente a uma suíte para passarem a lua de mel. O detalhe: geralmente o projeto demorava o período de um ano para ficar pronto e quem dava a palavra final do empreendimento era o pai do noivo. E faz todo o sentido! Logicamente, se dependesse do filho, com a pressa de se casar, não construiria algo digno da futura mulher e logo a buscaria para viverem juntos. Mas o pai, que já havia vivido essa fase e não estaria ansioso, ficava ao lado do filho para orientá-lo quando estivesse digno do casal.

E se alguém perguntasse ao noivo quando que o projeto estaria finalizado, ele simplesmente responderia: “Só meu pai sabe!”.

Enquanto isso, a noiva esperava pacientemente a chegada do noivo se ocupando do enxoval e dos demais detalhes para o grande dia. Era tradição a noiva ter sempre perto de si uma lâmpada de óleo acaso o noivo chegasse durante a madrugada para buscá-la. Ela deveria estar preparadíssima para a ocasião. Durante esse tempo de organização, ela deveria ser conhecida por todos como “consagrada”, “separada” e “comprada” por um alto preço, mesmo que o noivo demorasse para desposá-la, ainda assim, se mantinha separada pois sabia que um dia ele viria.

 A noiva também usava um véu sempre que saísse de casa para que todos os jovens soubessem que estava comprometida e não poderia receber outra oferta de casamento. É um detalhe importante, pois muitos poderiam tentar fazer com que ela quebrasse o contrato se não tivesse um posicionamento do compromisso firmado. No decorrer do ano, a noiva chamava suas amigas que a acompanhariam para a boda quando o noivo fosse buscá-la e todas deveriam ter suas lâmpadas com óleo prontas!

Finalmente, o dia tão esperado! A câmara de núpcias estava pronta e o noivo convocava os amigos para o acompanharem no trajeto em busca da amada. Para que a surpresa realmente acontecesse, eles iriam tarde da noite à casa da escolhida. Ela seria praticamente “roubada” e não por qualquer pessoa, mas pelo noivo que pagou um alto preço.

Na casa da noiva tudo deveria estar em ordem! Pois o noivo tentaria chegar à meia noite enquanto ela ainda dormia e a lâmpada com óleo deveria estar acesa, a noiva com o vestido preparado e o véu à mão para seguir com o futuro marido.

Quando a turma de amigos se aproximava da casa, eles emitiam  um sinal com um grito e ao ouvi-lo, a noiva sabia que em apenas alguns breves momentos o ele chegaria; só teria tempo para acender a lâmpada, pegar o enxoval e sair com ele. As amigas que quisessem assistir à boda também deveriam ter suas lâmpadas acesas, afinal, era tarde da noite e precisavam de algo para iluminar as ruas do Oriente.

Ao chegarem, os jovens entravam na casa e levavam as moças consigo. A vizinhança certamente era acordada e todos saberiam que haveria uma boda naquela noite devido a alegria dos jovens com as lamparinas acesas, as pessoas não identificavam a noiva porque ainda usava o véu, só mais tarde saberiam quem havia casado.

Quando o grupo chegava à casa do pai do noivo, o casal iam direto à câmara nupcial e ninguém entrava. Enquanto isso, o pai do noivo recebia os convidados para celebrar o matrimônio e a festa durava sete dias. Mas a celebração só acontecia quando o casamento era consumado, ao tornarem-se um só; e para que todos soubessem o momento de celebrar, uma amigo ficava à porta da câmara esperando o sinal da voz do noivo. Consumado o matrimônio, o marido avisava ao amigo, que por sua vez, avisava a todos e a partir desse momento começava a festa que durava uma semana!

No final da semana os noivos deveriam fazer a tão aguardada aparição para a celebração e brindar com os convidados. Logo após era servido um jantar, a ceia das bodas, para honrar o novo casal. Nesse momento, a noiva apresentava-se  sem o véu, pois já era uma mulher casada e todos passariam a conhecê-la como a eleita do noivo. Após a ceia da boda, os recém-casados partiam da casa do pai e iam para a própria casa preparada de antemão e quando voltavam ao povoado, todos conheceriam o casal e onde eles iriam morar.

Esta é a cerimônia judaica realizada na época de Jesus em toda a sua glória.

Considerações sobre a parábola

Na parábola em questão, é interessante notar que em nenhum momento a Noiva é mencionada. Muitos comentaristas afirmam que a Noiva que figura a igreja não é vista na narrativa com toda a plenitude porque o mistério da igreja como tal ainda não era completamente conhecido (Ef 3:3-5). Mesmo não sendo mencionado a figura da Noiva, é certo que a sua presença é implícita em toda a parábola, mesmo porque, não há casamento sem a noiva, e sem ela toda a advertência aqui não teria sentido.

Outro ponto pertinente da ilustração é a figura dos salvos que são representados como “virgens” que esperam o Noivo. Mas como a Bíblia ensina que todos que nasceram de novo formam a Noiva (igreja) e ao mesmo tempo serem as imprudentes, a própria Noiva?

É importante salientar que não é o objetivo desse texto descrever todos os significados alegóricos assertórios para os termos com significados espirituais como, por exemplo, o óleo e a lamparina. A mensagen central do texto é se estamos ou não preparados para a vinda do Noivo representados pelas reações das virgens com a vinda iminente de Jesus.

No meio de todos esses pontos de vista conflitantes é válido o pensamento do autor Arnot: “É cruel submeter a parábola à tortura compeli-la a fornecer significados que nunca recebeu de seu autor.”

Explanação

O Reino dos céus será, pois, semelhante a dez virgens que pegaram suas candeias e saíram para encontrar-se com o noivo.

  Cinco delas eram insensatas, e cinco eram prudentes.

  As insensatas pegaram suas candeias, mas não levaram óleo. 

 As prudentes, porém, levaram óleo em vasilhas, junto com suas candeias.” 

O termo “virgem” é um substantivo feminino designado para alguém que ainda não experimentou contato sexual, nesse contexto está empregado em grego, párthenos, que significa, especificamente, “virgem” (intocada). É mencionado quinze vezes no Novo Testamento: Mt. 1:23 (citando Is. 7:14); Mt. 25:1,7,11; Lc. 1:27; Atos 21 ;9; I Co. 7:25,28,34,36-38; II Co. 11:2; Ap. 14:4).

Segundo a parábola, todas eram virgens e esperavam a vinda do Noivo e foram chamadas para encontrarem-se com Ele, mas nem todas iriam.

Lembremos o que diz em Mateus 24:40-41:

Dois homens estarão no campo: um será levado e o outro deixado.

Duas mulheres estarão trabalhando num moinho: uma será levada e a outra deixada.

Nesse sermão Jesus deixa claro que nem todos herdariam o Reino Celestial.

Das dez virgens, cinco eram insensatas, que é o mesmo que falta de juízo, loucura. E eram virgens! Possuíam até mesmo as candeias! Tinham tudo para irem com o Noivo, mas não foram.

Muitas das igrejas contemporâneas são “virgens” (intocáveis): conhecem a Palavra, vão a igreja todos os domingos, fazem doação aos pobres, participam da Santa Ceia do Senhor e até mesmo vão a vários shows gospels com camisetas estampadas com os dizeres “Cristão Radical”. Quer uma igreja mais “virgem” que esta?

A “virgindade” de muitas estão firmadas em uma falsa religião, em um púlpito onde reina um “mar” de gravatas firmadas em um formalismo que enoja. A donzela, embora “virgem”, foi tocada; embora “virgem”, não é tão imaculada como mostra a aparência; embora “virgem” comporta-se como prostituta.

Pegaram as candeias, mas não possuíam o óleo reserva. Candeias eram vasilhas afixadas na ponta de um cabo que continham uma pequena quantidade de azeite com um pavio ou o retalho de algum pano para iluminar às escuras ruas do Oriente. Possuíam a palavra de Deus para iluminar a escuridão em que viviam em meio as trevas imorais, mas não fizeram caso do que estava ao alcance delas. Faltava o óleo para iluminar e a candeia sem óleo não serve para nada.

Lâmpada para os meus pés é a Tua palavra, e luz para o meu caminho” (Sl 119:105).

Mas havia as virgens prudentes. Ser “prudente” é ser cauteloso, sensato, ajuizado que se esquiva do perigo, e nesse caso, do perigo do inferno. A igreja prudente, que vive na mesma época contemporânea que a insensata, está preparada. Mais do que ir à igreja, ela é a igreja; mais do que realizar jejuns, ela partilha sua comida com o faminto, abriga o pobre desamparado, veste o nu que encontrar e não recusa ajuda ao próximo (Isaías 58:7); mais do que carregar a Bíblia entre as mãos, ela carrega a Palavra na mente e no coração; não exibe santidade nas redes socias, mas vive a verdade quando ninguém está curtindo ou compartilhando; se veste modestamente e a língua permanece guardada na boca.

A prudente carrega a candeia e óleo, sabe que os dois separadamente de nada adianta; a prudente tem o fruto espiritual; a prudente vive no altar à espera do casamento.

À meia-noite, ouviu-se um grito: ‘O noivo se aproxima! Saiam para encontrá-lo!’

Com a demora divina, Jesus diz que ambas dormiram, incluindo as prudentes. A palavra “dormir” nesse termo tem origem no grego “καθευδω” (katheudo) e seus derivados, que pode ser usado como “indiferença na salvação”.

Com certeza o ato de dormir é uma dádiva que Deus nos deu para que pudéssemos descansar. É também um lembrete aos nossos ansiosos corações que Ele toma conta de tudo enquanto dormimos. Na narrativa, o “dormir” fazia parte do processo, era como se o Noivo dissesse: “Durma, mas com a certeza no coração que eu virei te buscar; durma confiante que estou preparando o nosso lugar e está ficando lindo!; durma, mas deixa tudo preparado…mantenha a sua lamparina acesa; tenha sempre o óleo em abundância; durma, mas seja vigilante!”

A igreja envolta da sua religiosidade dorme um sono profundo e parece que nada pode fazê-la acordar! Nem mesmo com milhares de almas indo ao profundo do inferno todos os dias a desperta, está em um egoísmo gigante e não enxerga além de seus muros, não escuta o grito de socorro pois dorme profundamente. Está mesmo indiferente a salvação, por vezes, pensando que o Noivo está demorando muito e isso quando não se deixa implantar a dúvida no coração se um dia realmente voltará.

Mas a meia-noite o noivo chegou. A meia-noite significa o momento que marca o fim de um dia (fim da vigésima quarta hora) e o início do dia seguinte (início da primeira hora). Ao findar o tempo de dores predito por Jesus, ao findar a grande tribulação Jesus virá para iniciar um novo dia para a igreja e essa tem que estar preparada para encontrá-lo.

“Então todas as virgens acordaram e prepararam suas candeias. As insensatas disseram às prudentes: ‘Deem-nos um pouco do seu óleo, pois as nossas candeias estão se apagando”.

9“Elas responderam: ‘Não, pois pode ser que não haja o suficiente para nós e para vocês. Vão comprar óleo para vocês“.

Quando as virgens finalmente acordaram ao ouvirem a voz do Noivo, pegaram as candeias com o óleo para o grande encontro, mas foi justamente nesse momento que as insensatas se deram conta de que o óleo era insuficiente para seguir o cortejo. “Insuficiente”, pois, a narrativa registra “estão se apagando”, ou seja, ambas tinham o óleo, mas nem todas possuíam a quantidade necessária.

Mas o que seria esse óleo? A maioria dos comentaristas acha que o óleo é o símbolo do Espírito Santo e as prudentes, ao possuírem, eram regeneradas. A ausência do óleo pode significar um cristianismo superficial confiado em uma falsa esperança e crença, ou seja, não possuíam o Fruto do Espírito.

10“E saindo elas para comprar o óleo, chegou o noivo. As virgens que estavam preparadas entraram com ele para o banquete nupcial. E a porta foi fechada.”

No ato do desespero as insensatas pediram que compartilhassem um pouco desse óleo para seguirem os noivos. Mas receberam uma resposta dura por parte das prudentes ao negarem o pedido, mesmo porque, se elas cedessem, todas poderiam ficar impossibilitadas de seguirem o noivo e assim, as mandaram sair pelas ruas pois, talvez, ainda poderiam encontrar quem vendesse óleo mesmo sendo tarde da noite. Mas nesse horário é praticamente impossível encontrar algum vendedor na rua.

Se o arrependimento e o desejo de santidade manifestar somente quando Jesus aparecer para a igreja, não comoverá o coração de nosso Senhor. Atitudes de última hora, nesse caso, são desprezíveis pois tudo tem um tempo. E estamos tendo tempo que até nos sobra. O fato é que quando estavam ausentes o Noivo chegou, levou a noiva e as virgens restantes consigo para o banquete.

E fechou-se a porta.

Então Jesus afirmou de novo: “Digo a verdade: Eu sou a porta das ovelhas. Todos os que vieram antes de mim eram ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os ouviram. Eu sou a porta; quem entra por mim será salvo. Entrará e sairá, e encontrará pastagem. O ladrão vem apenas para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham plenamente” (Jo 10:7-10).

“Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela. Como é estreita a porta, e apertado o caminho que leva à vida! São poucos os que a encontram” (Lc 13:24).

Felizes os que lavam as suas vestes, e assim têm direito à árvore da vida e podem entrar na cidade pelas portas” (Mt 7:13-14).

Em alguns versículos Jesus falou da necessidade de passar por uma porta para adentrar o Reino de Deus, mas não é uma porta qualquer: é estreita, apertada e de difícil acesso. Em outras passagens, Ele mesmo se comparou a uma porta. “E a porta fechou-se”. Jesus é a porta pelo qual muitos podem entrar e o quando o tempo chegar Ele não estará à disposição dos “atrasados”, dos que ainda não têm o necessário para a festa das Bodas do Cordeiro.

11 “Mais tarde vieram também as outras e disseram: ‘Senhor! Senhor! Abra a porta para nós!’

1Mas ele respondeu: ‘A verdade é que não as conheço!’

Já muito tarde as virgens chegaram com o suprimento necessário, mas de nada adiantou. Elas tiveram muito tempo para se prepararem, mas foram relapsas e agora não teriam misericórdia, o Noivo falou a elas de forma dura e direta que não as conhecia. Certíssimo! Ao chegar na casa, ele encontrou, além da noiva, apenas cinco virgens; a Bíblia não menciona se as prudentes avisaram o noivo que havia mais jovens e que estas haviam saído pois faltou o óleo. Mesmo se estivessem mencionado, o noivo não podia mais esperar para o casamento. Então partiram. Quando as imprudentes bateram à porta e clamaram, até mesmo a voz delas era-lhe desconhecida para ele pois, não estavam com as outras quando saiu para buscá-las.

O verbo “conhecer”, nesse sentido, indica que Jesus conhece os seus, os santos, todos os que nasceram de novo são conhecidos dele.

As imprudentes eram conhecidas, mas não pela vigilância e sim pela falta de preparo, ele sabia das boas intenções das virgens (mas de boas intenções o inferno está cheio); sabia que esperavam pela vinda do Noivo (com as vestes sujas e candeias sem luz); sabia que faltava a elas mais dele na sua vã religião.

13 Portanto, vigiem, porque vocês não sabem o dia nem a hora!”

A palavra “vigiar”, nesse contexto, tem origem no grego como “gregoreó” e esse verbo foi usado vinte e três vezes no Novo Testamento e significa estar vigilante, estar desperto, vigiar.

Marcus Dods diz:

“A parábola não foi dirigida aos que nunca se prepararam para a vinda de Cristo, mas para os que não se prepararam o suficiente. Lembra-nos que nem todos os que alguma vez possam ter demonstrado uma preparação semelhante para a presença de Cristo, no final, mostrarão o mesmo.”

O nosso dever como cristãos vai muito mais além de ir à igreja, se fosse apenas isso seria demasiado fácil. Uma vida com Deus vai além de canções, teatro, superstições, livros grossos com tanta teologia vazia, a pergunta é:

Está preparado? Tem vigiado?

REFERÊNCIAS

MESTERS, Carlos. Curso de Bíblia Deus, onde estás? Editora Veja, Belo Horizonte, 5 edição, 1976;

LOCKYER, Herbert. Todas as PARÁBOLAS da Bíblia. Editora Vida, 1ª edição, 2008;

http://www.morasha.com.br/leis-costumes-e-tradicoes/o-casamento.html.


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Um braço de uma mulher segutando uma luminária.

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