“Lições à minha filha sobre o significado de feminilidade”
“O fato de eu ser mulher não me torna um tipo diferente de cristão, mas o fato de eu ser cristã me torna um tipo diferente de mulher.”
P. 77
Elisabeth Elliot (1926 – 2015) foi esposa, mãe, missionária, palestrante, escritora e uma das mulheres cristãs mais influentes do nosso século. Nascida na Bélgica e filha de pais também missionários, com uma fé corajosa e inspiradora, ensinou a muitas mulheres e ainda continua a fazê-lo, mesmo depois de sua morte, através de seus textos, a servir a Deus com toda nossa feminilidade.
Com certeza você já deve ter lido ou escutado a famosa frase acima nas redes sociais. Sabia que foi extraída deste livro? Que a autora é uma mulher não somente de palavras, como uma boa escritora que é, mas de muita fé?
Atendendo à vários pedidos, a Editora Fiel nos presenteou, no dia Internacional da Mulher, com a edição brasileira deste livro que até então não tinha tradução para a língua portuguesa.
Em Deixe-me ser mulher, Elliot discorre sobre o que é ser uma mulher cristã em um mundo contemporâneo. Embora tenha sido escrito em 1976, para a sua filha Valerie, que estava prestes a se casar, estes ensinos continuam atuais. Elisabeth escreve como mãe, esposa, viúva e uma amiga próxima.
Para entendermos melhor da importância dos conteúdos que contém neste livro, é crucial que conheçamos o panorama do movimento feminista na década de 70, ou seja, período em que ele fora lançado.
As décadas de 60 e 70 foram marcadas por inúmeras revoluções que tomaram conta do cenário mundial. Uma delas foi um movimento realizado por mulheres que reacendeu com petições e passeatas, gerando a Segunda Onda Feminista. Dentre as bandeiras levantadas, destacarei algumas:
- Igualdade de gênero;
- Liberdade sexual (revolução sexual);
- Não mais serem vistas como meras donas de casa (achavam que era algo do chamado patriarcado);
- Cota eleitoral de sexo.
Devido a estas reivindicações, Elliot, com base nas Escrituras, refletiu sobre alguns destes temas e publicou-os como uma resposta a estes movimentos. Tão atual como o foi naquela época, estes ensinamentos podem ajudar as mulheres do novo milênio a perceberem que não precisam dos movimentos feministas para se afirmarem como mulheres. Para isto, elas têm a palavra de Deus.
Nas primeiras páginas, a autora destaca que em algum momento de nossas vidas, buscamos o significado de ser mulher em todas as suas vertentes, mas geralmente procuramos em literaturas e lugares errados. É importante que busquemos a partir de quem a criou e, somente assim, teremos todas as respostas.
Para entendermos o significado de feminilidade, temos de começar por Deus.
No decorrer das páginas, ela faz uma pergunta interessante:
Como seria o mundo se Eva houvesse recusado a oferta da serpente e lhe tivesse dito: “Que eu não seja como Deus! Deixe-me ser o que fui criada para ser – deixe-me ser mulher”?
P. 41
Sabe responder?
Ellitot trata de vários assuntos para que homens, mulheres, os cristãos e o mundo atenda ao seu pedido que dá título ao livro. Dentre os temas tratados estão a submissão, orgulho, vocação, disciplina, identidade, como glorificar a Deus sendo solteira etc.; aconselha mulheres casadas, solteiras e viúvas, pois Elliot já havia passado por estas três fases da vida. Sendo assim, o livro é indicado para todas as mulheres de qualquer idade, estado civil e religião.
A obra está dividida em 49 capítulos, todos bem curtos, somente alguns que chegam mais que três folhas. A capa é linda: é delicada, a cor escolhida é rosa e possui uma textura de borracha; tem a imagem de uma mulher, que no lugar de um rosto completo, está o título do livro, como se quisesse passar a mensagem de que não importa a identidade étnica, física ou civil, quer apenas ser mulher e não qualquer uma…mas a que glorifica a Deus.
Este livro é um chamado a todas as mulheres para usarem a feminilidade de forma piedosa, humilde e que destaque o Criador. Seja a mulher que Deus te chamou para ser e não a que mundo diz que deva ser.
Boa leitura!
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