Enquanto Cristo proporcionou liberdade para as mulheres, a sociedade hoje tenta prendê-las em seus dogmas.
As feministas podem tentar negar, e a sociedade pode gritar a plenos pulmões. Mas quem tornou possível que as mulheres fossem vistas com dignidade e respeito foi o Senhor Jesus.
Em várias culturas da antiguidade, inclusive entre os judeus, as mulheres ocupavam uma posição secundária na sociedade. Desde o Antigo Testamento, porém, Deus concedeu às suas filhas honra, dignidade e valor em diferentes aspectos da vida.
O mundo fala em liberdade para a mulher moderna, mas muitas vezes oferece “correntes” disfarçadas de emancipação. Chama de liberdade sexual aquilo que frequentemente se transforma em libertinagem. Apresenta o trabalho exaustivo e distante da família como uma conquista superior ao cuidado com os filhos e o lar. Defende o direito de assassinar uma vida no ventre, sem considerar as profundas marcas físicas, emocionais e espirituais que essa decisão pode deixar.
O inimigo oferece uma liberdade que aprisiona, mas Jesus Cristo oferece uma liberdade que transforma. Ele nos libertou antes mesmo de compreendermos o quanto estávamos presas.
Na coluna desta semana, publicada no Jornal Tribuna Conservadora, reflito sobre a liberdade que somente Deus oferece por meio do Evangelho e convido as mulheres a ponderarem comigo sobre o que significa ser verdadeiramente livre em Cristo.
Leia a coluna ao clicar no link: https://tribunaconservadora.com.br/noticia/pAoYhV






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